sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Inclusão do idoso no Mercado de trabalho

Como muitos de vocês que frequentam o blog devem saber, somos uma equipe da Escola Ministro Jarbas Passarinho, localizada no município de Camaragibe - PE e, juntos, com a orientação da professora de língua portuguesa e inglesa Ladjane Maciel e com o apoio da professora Aíza Arôxa, coordenadora pedagógica da nossa escola, estamos dando continuidade ao projeto de inclusão social do idoso, que antes nada mais era que uma ideia surgida a partir da necessidade que vimos e sentimos da inclusão da pessoa idosa em todos os âmbitos de forma a valorizar o ser humano independente da sua idade ou comportamento.
O atual envelhecimento global é um processo sem precedentes, previsível e perfeitamente viável: não é nenhuma crise. Os políticos agem como se essa importante alteração demográfica, com suas enormes implicações econômicas e sociais, pudesse ser colocada á margem nos debates do bem estar social. TERCEIRA IDADE E DESENVOLVIMENTO, 199, P.1"


Trabalhar a conceituação de idoso nos remete essencialmente a duas diferenciações basilares: velhice e envelhecimento, processo que se inicia ao nascimento, fenômeno inflexível que apresenta características diferenciadas de acordo com a cultura, com o tempo e o espaço; já a velhice é a última fase do ciclo vital do ser. Segundo a Organização das Nações Unidas – ONU considera-se idoso, nos países desenvolvidos, pessoa com idade de 65 anos e para os países em desenvolvimento 60 anos, apreciando ainda dimensões biológica, cronológica, psicológica, existencial, cultural, econômica, política, social, entre outras para se definir a categoria.
O “ser idoso” deveria significar a continuação da luta por direitos civis, a função mantenedora de guardião do passado, mas nesta sociedade moderna capitalista o idoso apresenta um maior referencial biográfico que biológico. Ao jovem é a promessa de ingresso no mercado de trabalho e realizações futuras, em contraposição, ao idoso é destinada sua retirada através da aposentadoria e aguardo de sua morte, apresentando de forma gritante a percepção preconceituosa da velhice que ainda pode ser vista como declínio e improdutividade.
O idoso pode contribuir com suas experiências diversificadas e adquiridas em anos de vivência e de trabalho. Indivíduos saudáveis na dita terceira idade ainda podem exercer atividades profissionais, por apresentarem capacidade física e intelectual e por possuírem conhecimentos e experiências acumuladas.
O mercado de trabalho, entretanto, mostra-se preconceituoso, receoso, limitando a ocupação de determinados cargos obrigando o idoso a conviver com o problema de recolocação e inserção no mercado que valoriza o jovem e discrimina o “velho”, ao considerá-lo como um trabalhador que já se tornou improdutivo e obsoleto, coagindo muitos destes sujeitos aposentados ou apenas desempregados a esquadrinhar formas alternativas de complementação de renda objetivando a garantia de recursos como planos de saúde, medicação, garantias de sobrevivência e, em casos outros, até mesmo o sustento de sua família até a criação dos netos, ressaltando que o benefício aposentadoria auferida não contempla, na maioria dos casos, a conservação do padrão mínimo de sobrevivência, porém, na ótica econômica esses indivíduos são admitidos como contributivos, sendo, numa esfera social, colaboradores na realização de trabalhos indiretos, participando desta feita do contexto social.
A partir destes novos horizontes de ambiente laboral e constituição de renda um novo olhar começa a dominar o consciente coletivo que, a partir da implementação do Estatuto do Idoso e da divulgação dos direitos e benefícios amparados por ele, uma nova forma de tratamento se inaugurou e, a cada dia, vai ganhando espaço na prática do que se concernem à velhice, deixando por derradeiro a significação de idoso como representação de dependência, saúde frágil e ociosidade.
Vários segmentos profissionais e ambientes voltados para o amparo do idoso têm-se preocupado em adaptar as condições de trabalho de forma a atender as especificidades desta fase da vida, uma vez que, segundo dados estatísticos “o envelhecimento da população está se acentuando: em 2000, o grupo de 0 a 14 anos representava 30% da população brasileira, enquanto os maiores de 65 anos eram apenas 5%; em 2050, os dois grupos se igualarão em 18 %. E mais, pela Revisão em 2004 da projeção de população do IBGE – Instituto Brasileiro de geografia e estatística, em 2062. O número de brasileiros vai parar de aumentar” –, Projeção da população no Brasil IBGE 30/08/04; e a quantidade de anos vividos está em constante ascensão, relacionando-se a este interesse pela melhoria de serviço que proporcione qualidade de vida, novos costume e hábitos, como por exemplo, exercícios físicos, atividades de lazer, cursos, novas funções dentro da família.
Acompanhando esta nova tendência social, o “velho” está deixando de ser visto sob uma aparência negativa para ser abarcado sob um olhar de resgate da cidadania, da autonomia enquanto sujeito, tornando arcaica, cada vez mais, a ideia de inutilidade preconcebida.
A modalidade formal de trabalho, disciplinada pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho impõe exigências para o empregador, o que dificulta o acesso dos trabalhadores, principalmente idosos, e acaba, com tais exigências, colaborando para a promoção da exclusão do trabalho do idoso. Em contra partida, outros segmentos laborais proporcionam tal inserção de maneira menos agressiva à sociedade e ao trabalhador idoso.
A significação de Trabalho abrange a aplicação das forças e faculdades humanas para alcançar determinado fim, atividade física ou intelectual, necessária a qualquer tarefa, serviço ou empreendimento; exercício dessa atividade como ocupação permanente, ofício, profissão. 
Vale dizer que há diferença entre trabalho e emprego. Enquanto o primeiro envolve a atividade executada em si, o segundo refere-se ao cargo ou ocupação de um indivíduo numa empresa ou órgão público.
“No mundo industrial falta o vínculo entre o trabalho e o resto da vida, assim muitas vezes se separa totalmente o trabalho do prazer, da renovação, do preenchimento e da satisfação.” (ALBORNOZ, 2004, p. 9)
As atividades ditas “informais”, ou seja, aquelas caracterizadas pela ausência de contrato formal de trabalho e intermitência de renda são indicadores positivamente correlacionados com a “terceira idade”, uma vez que esta alternativa supriu a falta de fonte de renda estável. (RIBEIRO SOARES, 2003, p. 55)
Na probabilidade de retorno, não financeiro e sim de autonomia, ressaltamos como vertente o trabalho voluntário que se origina da atividade desempenhada sem recebimento de qualquer contraprestação que importe em remuneração ou auferimento de lucro. E graças a este segmento que muitas ações da sociedade organizada têm suprido o fraco investimento ou a falta de investimento governamental em saúde, educação, lazer, entre outros.
Dentro de um contexto familiar, os considerados idosos, homens e mulheres acima de 60 anos, estão procurando uma forma de se distrair, sendo ela aguçando a própria vaidade como também exercendo atividades funcionais, como cuidar dos netos – crianças e ou adolescentes, outros idosos doentes, prestando serviços de banco para familiares, com o intuito de resgatar um orgulho de si ou até mesmo gratificação remunerada pelos serviços prestados. Foi uma forma que encontraram de mostrar que são capazes.
O trabalho em sua totalidade, independente de aclive formal, informal, voluntária ou familiar, para o idoso, é uma alternativa para a conservação e até mesmo sustentação da autonomia do ser produtivo, da independência e dignidade. A auto satisfação consiste em lhe oferecer possibilidades de buscar as oportunidades que lhe permita desenvolver seu potencial próprio, bem como acesso às instituições da sociedade que tratem de matérias culturais, educacional, espiritual e recreativo. E para que possa viver com dignidade, é necessário garantir-lhe uma vida segura, livre de exploração e abusos, um tratamento justo e igualitário, respeitando seus limites.
O Estatuto do Idoso aponta que pessoas com mais de 60 anos tem o direito ao exercício de atividades profissionais respeitando a condição física, intelectual e psíquica destes sujeitos e, pela mesma lei se define que é vedada a discriminação e a fixação de limite máximo de idade, salvo casos em que a natureza do cargo exigir, ou seja, grande concentração de esforço físico. O Estatuto prevê ainda que o Poder Público deva criar programas de profissionalização especializada. Tudo isso existe na lei, mas não está sendo aplicado na prática.
O idoso precisa ser respeitado como cidadão, como ente social. O envelhecimento não pode ser visto como etapa inferior da vida.
O envelhecimento da população é inevitável e deverá ser devidamente absorvida pela sociedade, pois os idosos não farão mais parte de um grupo minoritário.
As empresas ainda não se deram conta da importância do trabalho do idoso, onde a participação do idoso no mercado de trabalho é importante não só em termos de seu impacto no índice de população economicamente ativa, mas também na qualidade de vida deste trabalhador.
Por tudo isso, deve-se evitar que todos os esforços e ações em prol dos idosos não resultem na manutenção de um segmento populacional passivo e desencantado com a vida.
A sociedade, em conjunto com segmentos políticos e formadores de opinião, terá de reformular seus conceitos de idade e envelhecimento, e não poderão limitar-se apenas às garantias de saúde e de cuidados aos mais velhos. Cada vez mais, as pessoas idosas devem ser e sentir-se efetivamente integradas ao meio em que vivem, como partícipes e cidadãos ativos. Um dos componentes mais importantes desta nova sociedade será, sem dúvida, a atitude dos próprios idosos que, em número crescente e mais reconhecido, terão representatividade maior, ou melhor: terão a representatividade devida ao novo contexto social.
Os idosos não devem ser tratados como inválidos, incapacitados ou mesmo como um gueto social. O conceito de velho precisa ser reavaliado. Como chamar de “velha” ou de “idosa” uma terça parte garantida da população mundial? É necessário reestruturar os setores produtivos da sociedade, proporcionando aos idosos algumas oportunidades de renda que lhes permitam uma sobrevivência digna.
Como nos coloca Alves Júnior (2004) a sociedade deverá se auto programar em termos de equipamento social adequado – lazer, saúde, urbanização, educação, alimentação e transporte – sem a preocupação de criar desvãos ou compartimentos para os mais velhos. Na verdade, de agora em diante o grande desafio da humanidade será proporcionar aos idosos a integração social indispensável.
Por fim, precisamos entender que o idoso deve ter a opção. Deve poder escolher entre continuar trabalhando ou parar de trabalhar. É preciso pensar no idoso enquanto sujeito ativo que se inclui de forma ajustada na sociedade em que vive.


FONTE TEXTUAL: ARTIGO DAS ALUNAS DE PSICOLOGIA DO INSTITUTO SUPERIOR DE PESQUISA INESP/MG AMANDA, DAYANE E ELIZABETE.
EQUIPE DO PROJETO CIENTÍFICO: ANA HELENA, CYNTHIA DAYANNE, ISAQUE LIMA, MARIANA MORAIS, SCALLATY YSLANY, TÁBATA CONCEIÇÃO.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Para refletir e destrair

Hoje trouxemos para vocês a dica de um filme muito legal para assistir em casa, com a família, e acredito que trará muitos comentários no fim. O filme se chama "Cocoon"  e trás a história de um grupo de extraterrestres que chegam à Terra com a missão de resgatar casulos com seres de outro planeta e que estão depositados numa piscina abandonada. Três velhinhos que vivem em um asilo bem próximo ao lugar, sem desconfiar de nada decidem utilizar a piscina. Visto que a água da piscina estava energizada para que pudesse conservar os casulos até que os Etês viessem buscá-los, os velhinhos começaram a se sentir alegres, rejuvenescidos e com grande disposição. E então, quando descobrem a razão do que está acontecendo decidem ajudar os extraterrestres a cumprirem sua missão. Os fatos são muitos interessantes e o tema idosos fica bem central também. Quem assistir pode comparar a vida dos três velhinhos do filme com as dos velhinhos que vemos na realidade.


cocoon 202x300 Sugestão de Filmes para Idosos

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Mensagem | Mais maduro a cada dia...


Agora que a velhice começa, preciso aprender com o vinho a melhorar envelhecendo e, sobretudo, a escapar do perigo terrível de, envelhecendo, virar vinagre. É tão importante saber envelhecer! Saber descobrir o encanto de cada idade. Sem dúvida, há limitações que a velhice traz. Mas feliz de quem envelhece como frutas que amadurecem sem travo... Feliz de quem envelhece por fora, conservando-se em compreensão para com tudo e para com todos, caminhando, sempre mais no amor de Deus e no amor do próximo...
Quem conserva acesa a sua chama, quem mantém entusiasmo pelo que faz, quem sente razões para viver pode ter o rosto cheio de rugas e a cabeça toda branca, ainda assim é jovem! Quem não entende a vida e não descobre a razão para viver e não vibra, não se empolga, pode ter vinte anos, mas já envelheceu. Qualquer que seja sua idade, guarde estes pensamentos: "O importante não é viver muito ou pouco, mas realizar na vida o plano para o qual Deus nos criou. As rosas, a rigor, vivem um dia. Mas vivem plenamente porque realizam o destino de graça e de beleza que vêm trazer à Terra."
Se sentirem que os anos passam e a mocidade se vai, peça a Deus, para si e para os que se tornam menos jovens, a graça, de envelhecendo, não azedar, não virar vinagre. Cada fase em nossa vida é única, e como tal deve ser vivida... O dom da vida que nos foi dado, deve sempre ser valorizado no momento atual, pois não sabemos até quando vai nossa missão nesse pequeno espaço que ocupamos... Saber amadurecer pode ser uma arte, mas com certeza, arte maior é saber desfrutar com todo sabor o doce de se tornar um pouco mais maduro a cada dia...

                      (Dom Helder Câmara)

sábado, 21 de maio de 2011

Sobre o Mal de Alzheimer



Hoje viemos trazer para vocês um vídeo emcocionante. Trata-se das palavras que uma senhora, portadora da doença Alzheimer deixou em seu testamento antes de morrer. Alzheimer é uma doença degenerativa incurável, mas, claro, possui um tratamento, que permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso. É a principal causa da demência em pessoas com mais de 60 anos no Brasil e em Portugal. A doença chega a atingir cerca de 1 milhão de idosos. Dados do IBGE (Instituto Brasilerio de Geografia e Estatística) apontam que, em 2050, a expectativa de vida do brasileiro será de 81,3 anos e que o número de pessoas com Alzheimer aumentará cerca de cinco vezes. Por conta das quedas da taxa de fecundidade e diminuição da mortalidade, o envelhecimento da população é irreversível. A inclusão de fruta e vegetais, pão, trigo e outros cereais, azeite, peixe, e vinho tinto, podem reduzir o risco de Alzheimer. Algumas vitaminas como a B12, B3, C ou a B9 foram relacionadas em estudos ao menor risco de Alzheimer, embora outros estudos indiquem que essas não têm nenhum efeito significativo no início ou desenvolvimento da doença e podem ter efeitos secundários.

Então, é isso pessoal! Se quiserem saber mais sobre esse distúrbio, acessem este site, que tem tudo bem explicadinho ou visitem o site da ABRAZ - Associação Brasileira de Alzheimer (o link encontra-se no fim desta postagem). Na próxima semana traremos mais novidades para vocês.

Um beijo grande de toda a equipe.
Site da ABRAZ > www.abraz.com.br

sábado, 14 de maio de 2011

Vacinação contra a gripe

A campanha de vacinação contra a gripe será prorrogada devido ao não alcance de 80% da meta pretendida até a sexta-feira de ontem (13/05) para as pessoas que o Ministério da Saúde recomenda (crianças abaixo de dois anos de idade, idosos, gestantes, profissionais de saúde e índios) em alguns estados. Que fique claro que desde o dia 25 de abril, o Ministério distribuiu cerca de 32,7 milhões de vacinas.  Foram anunciadas a prorrogação da campanha no Distrito Federal e em mais 19 estados. Lembrando que não são todos os estados que prorrogaram a data, confira abaixo a data que você poderá ir ou levar alguém da família para ser vacinado(a) de acordo com o estado que você reside.

Até 20 de maio: Belo Horizonte, Paraná, Rio Grande do Norte, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Alagoas, Rio de Janeiro, Piauí, Sergipe, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo, Amazonas*.
Até 26 de maio: Roraima.
Até 27 de maio: Mato Grosso, Tocantins, Distrito Federal.
Até 30 de maio: Acre.
Até 10 de junho: Paraíba.
Até 13 de junho: Ceará.

Bahia, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais ainda será definida a data que encerra a campanha, ficando em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul por conta das prefeituras, e na Bahia a SES informou que o previsto é que não ocorra prorrogação.

*Nas áreas rurais e em aldeias do estado de Amazonas a campanha de vacinação vai até o dia 31 de maio.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

CREAS

Hoje falaremos um pouco sobre o Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS).

É uma unidade pública de atendimento especializado da assistência social de abrangência municipal ou regional da Proteção Social Especial do Sistema Única de Assistência Social – SUAS. Neste espaço, são ofertados serviços de proteção a indivíduos e famílias vítimas de violência, maus tratos e outras formas de violação de direitos.
Os serviços especializados de proteção desenvolvidos no CREAS têm impacto direto na reorganização, reestruturação da família e até mesmos de comunidades. Tem o potencial de promover o desenvolvimento pessoal e comunitário das pessoas atendidas, promovendo o resgate da auto estima e apontando meios de reinserção na vida social. 
Participam do atendimento da proteção especial prioritariamente as famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco pessoal e social, por ocorrência de abandono, maus tratos físicos e, ou, psíquicos, abuso sexual, uso de substâncias psicoativas, cumprimento de medidas sócio educativas, situação de rua, situação de trabalho infantil, pessoas com deficiência, entre outras.
Tratando-se do município de Camaragibe - PE 132 famílias são referenciadas pelo CREAS, sendo-se localizado no bairro Timbi.

Para mais informações acesse camaragibe.pe.gov

sábado, 9 de abril de 2011

CRAS - Centro de Referência de Assistência Social

Nesta semana iremos falar sobre o Cras e com o tempo, vocês vão conhecer mais sobre essa unidade e ainda sobre o Creas - são duas únidades públicas com objetivos um pouco parecidos, mas têm lá suas distinções. Espero que gostem do tema! Aceitamos sugestões. Então, vamos à uma introdução maior sobre o tema!

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) é uma unidade pública estatal descentralizada da Política Nacional de Assistência Social (PNAS).


O Cras atua como a principal porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social (Suas), dada sua capilaridade nos territórios e é responsável pela organização e oferta de serviços da Proteção Social Básica nas áreas dede e risco social.

Além de ofertar serviços e ações de proteção básica, o Cras possui a função dede de assistência social básica, promovendo a organização e a articulação das unidades a ele referenciadas e o gerenciamento dos processos nele envolvidos.

O principal serviço ofertado pelo Cras é o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), cuja execução é obrigatória e exclusiva. Este consiste em um trabalho de caráter continuado que visa fortalecer a função protetiva das famílias, prevenindo a ruptura de vínculos, promovendo o acesso e usufruto dede de vida. vulnerabilida gestão territorial da re direitos e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.

Fonte: mds.gov.br

Cynthia Brito

Cynthia Brito
Na beleza de uma flor se esconde o brilho da simplicidade.

Tão natural!

Pedro Bial

Pedro Bial
"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momentos e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver."

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